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financiamento habitacional

Conheça as melhores opções de financiamento habitacional

Saiba tudo sobre as etapas de financiamento de imóvel

Quem deseja adquirir um imóvel tem no financiamento habitacional um grande aliado. Trata-se de uma das formas mais populares de se realizar a aquisição de uma casa ou apartamento, mesmo sem dispor de todo o montante necessário para isso.

No Brasil, há diferentes modalidades de financiamento habitacional com diversas instituições atuando nesse mercado. Neste post, vamos explicar como essa operação funciona e mostrar alguns exemplos de instituições que disponibilizam esse crédito. Confira!

O que é o financiamento habitacional

O financiamento habitacional é uma operação, por meio da qual uma instituição financeira concede crédito suficiente para compor o preço do imóvel a ser adquirido e é ressarcida ao longo do tempo, em prestações mensais, em um prazo pré-estabelecido.

Além de se ressarcir da importância disponibilizada, a instituição financeira aufere lucro pela operação, por meio da cobrança de juros, que integram as prestações pagas pelo mutuário. No Brasil, há diferentes tipos de financiamento habitacional. Conheça alguns deles.

Sistema Financeiro de Habitação (SFH)

O SFH, criado pela Lei 4.380/64, é o sistema de financiamento imobiliário mais utilizado no país. Usa recursos das contas de poupança, ou repassados pelo FGTS, no financiamento da aquisição e construção de imóveis residenciais. Permite financiar imóveis com prazo de até 35 anos para sua quitação. Quem utiliza o SFH pode financiar até 70% do valor de imóveis usados e 80% no caso dos novos.

O comprometimento da renda do mutuário não pode ultrapassar os 30%. A taxa de juros varia entre 9% e 12%. Ele permite às pessoas físicas adquirirem casas ou apartamentos de até R$ 950 mil para quem vive em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Distrito Federal. No restante do Brasil, o limite cai para R$ 800 mil.

Sistema Financeiro Imobiliário

No Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) não há limite de valor no imóvel a ser adquirido, nem de comprometimento da renda do cliente. Isso torna a operação mais arriscada para a instituição financeira, o que justifica os juros mais elevados.

Outra diferença para o SFH, é que nesse sistema, pessoas jurídicas também podem utilizar os créditos e não apenas pessoas físicas, além do limite do valor do imóvel a ser financiado, que pode chegar a 90%.

Onde financiar

Diversos bancos concedem o financiamento habitacional no Brasil. Conheça alguns deles e quais as condições para concessão do crédito, segundo levantamento realizado pelo portal G1.

Caixa Econômica Federal

É uma das instituições mais tradicionais na concessão de crédito imobiliário no Brasil. Com taxas de juros a partir de 9% no SFH e 10% no SFI, com limite de 80% do valor de imóveis novos e 70% para os usados, é uma das principais opções para quem deseja financiar sua casa própria.

Banco do Brasil

No Banco do Brasil, é possível financiar até 80% do valor do imóvel, independentemente de se tratar de uma unidade nova ou usada. As taxas de juros aplicadas variam, sendo a mais baixa de 9%.

Itaú

No Itaú, a taxa de juros inicial é de 9% no SFH e 9,5% no SFI. Já o limite do financiamento fica em 82% do valor do imóvel, sendo o mínimo fixado em R$ 80 mil.

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Santander

No Santander, o limite de financiamento é de 80% do valor do imóvel, que pode ser acrescido de 5% para as despesas com o registro da casa ou apartamento. Os juros são a partir de 9,49% nas operações pelo SFH e 9,99% no SFI.

Bradesco

Concede financiamento habitacional limitado a 80% do valor dos imóveis, com taxas de juros iniciais de 9,3% nas operações por meio do SFH e 9,3% no caso do SFI.

Sistemas de amortização

Na hora de escolher a instituição bancária onde se pretende realizar o financiamento habitacional, é importante conhecer todas as características e variáveis da operação, a fim de se ter a exata dimensão do seu impacto em suas finanças. E um dos elementos mais importantes é o sistema de amortização utilizado pelo banco escolhido. É isso que vai definir como se comportarão as prestações ao longo do tempo.

A parcela que se paga todo o mês é formada basicamente por três elementos: os juros da operação, que é como o banco se remunera, seguros obrigatórios em todo o financiamento e a amortização da dívida, que é a parte efetivamente paga por esse empréstimo.

Em média, o montante amortizado em cada prestação varia entre 25% e 40%. Ou seja, se você paga R$ 1.500 pelo financiamento de sua casa, entre R$ 500 e R$ 650 é o que você efetivamente compra do imóvel. O restante refere-se aos juros e encargos da operação.

O sistema de amortização é o que define como se comportará essa parte da prestação, que pode aumentar durante o contrato ou manter-se constante. Confira a seguir como funcionam os principais sistemas de amortização utilizados no Brasil.

Tabela Price

É a adaptação de um sistema criado na França, que tem como característica o fato das prestações do financiamento manterem-se inalteradas durante todo o tempo do contrato. No Brasil, devido à instabilidade da economia, a Price sofreu uma adequação e suas parcelas são reajustadas pela Taxa Referencial (TR).

Nas primeiras prestações de um financiamento que utiliza a Tabela Price, a maior parte do montante pago é referente aos juros da operação. A amortização do valor devido, propriamente dito, se dá em montante menor e vai subindo com o decorrer do tempo, até que essa situação se inverta. Nas últimas parcelas, praticamente, tudo o que se paga é para amortizar a dívida contraída.

Sistema de Amortização Constante (SAC)

Já no SAC, o valor das prestações iniciais começa mais elevado, porém, no decorrer do tempo vai diminuindo, terminando em valor bem menor que as parcelas do sistema de amortização Tabela Price. Como próprio o nome sugere, no sistema SAC, a parte das parcelas que se refere à amortização da dívida é fixa, constante. Com a redução do saldo devedor, os juros são menores a cada mês, o que faz com que o valor total pago mensalmente seja cada vez menor.

Esse é o grande atrativo do sistema SAC. Porém, é preciso parcimônia para adotá-lo, justamente pelas parcelas iniciais serem mais elevadas. A redução é lenta e a recomendação é nunca comprometer mais que 30% da renda familiar como financiamento.

Essas são as informações básicas que você precisa ter em mãos antes de assinar qualquer contrato de financiamento habitacional. Essa transação é uma excelente forma de auxiliar na compra do seu imóvel, mas precisa ser feita com cautela e planejamento.

Gostaria de saber mais sobre o financiamento habitacional? Então confira quais são os principais riscos que envolvem essa operação.

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