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6 tipos de vizinhos e como lidar com eles no dia a dia!

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No momento de escolher casa ou apartamento, a localização do imóvel e os custos são pontos que ajudam na decisão sobre onde morar. No entanto, há outro fator importante que pode impactar a vida no novo lar e que, muitas vezes, passa despercebida na hora de assinar o contrato de compra ou locação: os tipos de vizinhos.

Mesmo que você não entre em contato direto com eles, é inevitável não perceber a presença das outras pessoas, especialmente se você mora em um apartamento ou compartilhe uma parede com o morador do lado. É sempre importante se lembrar de que a coexistência pacífica entre você e esses vizinhos faz toda a diferença na sua rotina e qualidade de vida.

Pensando nisso, criamos a lista a seguir com os perfis de vizinhos mais comuns, além de dicas sobre como lidar com eles. Não perca!

1. Barulhentos

Quem nunca lidou com um vizinho barulhento? Ele mantém a música ou som da TV nas alturas, conversa como se usasse um megafone, anda como um dançarino de sapateado, dá marteladas na parede ou liga eletrodomésticos ruidosos que tiram seu sono no meio da madrugada.

Antes de um confronto, pare e pense um pouco. Caso você more em um apartamento com paredes finas ou em uma casa próxima ao vizinho do lado, lembre-se de que você faz parte da comunidade e que alguns barulhos são inevitáveis. Choros, risos e gritaria são comuns em casas com bebês ou crianças pequenas, por exemplo.

Se os vizinhos têm animais no apartamento, prepare-se para latidos ou outros ruídos ocasionais. Nas situações nas quais o incômodo realmente prejudique a sua rotina, veja como tentar resolver o problema com uma conversa com esse vizinho. Não se esqueça de manter a cordialidade para não piorar a situação. Em vez de dizer “o volume da sua TV me incomoda todas as noites”, tente: “você sabia que o volume da sua TV é bem alto?”. Se não puder conversar pessoalmente, escreva uma carta abordando suas preocupações.

2. Espertinhos

Esse é o tipo de pessoa que sempre age de má-fé e quer levar vantagem sobre os outros vizinhos. Pode ser aquele morador que pega o seu jornal ou revista para ler, ou que comete atos mais graves, como roubar sua conexão com a internet.

Para impedir a ação desse vizinho, a melhor medida é coletar evidências que comprovem o crime. Com câmeras de segurança é até possível pegá-lo em flagrante. Se você souber quem é o responsável, marque uma conversa e apresente as evidências encontradas. Caso você more em um apartamento, também comunique o síndico sobre o problema.

Um jeito simples de identificar o roubo do seu wi-fi é conferir as luzes do roteador. Desligue todos os dispositivos conectados em casa e observe se as luzes ainda continuam piscando. Se o resultado for positivo, é provável que haja um espertinho usando sua conexão.

Também, é possível detectar a presença de um usuário de sua rede em horários nos quais não há ninguém em casa, como os aplicativos Fing e Net Scan. O segundo passo é proteger sua rede de invasões, a começar pela senha do wi-fi. Lembre-se de fugir das combinações mais simples.

3. Festeiros

Esse perfil é conhecido por dar muitas festas mesmo em dias de semana, com convidados, muita bebida e som alto. Outro problema comum, consequência desse estilo de vida, é a presença de pessoas desconhecidas circulando próximo à sua casa ou apartamento, os carros parados próximo à garagem e a sujeira.

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As dicas para conviver com esse tipo de vizinho são as mesmas para lidar com o barulhento. Procure-o para conversar e exponha o seu incômodo de modo claro e calmo. Você também pode tentar combinar um esquema para que vocês fiquem de acordo, sugerindo que ele comece a festa mais cedo e encerre até as 22 horas ou deixe as comemorações apenas para os fins de semana, por exemplo.

4. Fofoqueiros

Infelizmente, vivemos em uma sociedade na qual fofocas e boatos circulam nos meios online e offline. Esse cenário é um prato cheio para o vizinho fofoqueiro, aquele que fala sobre a vida de toda a vizinhança e sempre tem uma “novidade” na ponta da língua. O que parece uma atitude inofensiva pode levar à criação de uma situação prejudicial a outras pessoas, inclusive você e sua família.

Mesmo que você evite se relacionar com o fofoqueiro, é importante saber como lidar com essa situação. O primeiro passo é não alimentar a fofoca. Se esse vizinho parar você para contar uma novidade, não deixe que o papo se estenda, invente uma desculpe e afaste-se. Se houver alguma insistência, vale a pena dizer “desculpe, mas prefiro não saber sobre a vida dessa pessoa”.

Para evitar ser vítima dos fofoqueiros, não comente sobre sua vida com esses vizinhos. Às vezes, uma conversa informal e sem importância pode se tornar uma história para o fofoqueiro compartilhar.

5. Reclamões

O vizinho reclamão é aquele que se vê como um juiz da vizinhança e está constantemente reclamando da conduta dos outros moradores. O problema desse perfil é que as queixas nem sempre se restringem a problemas como festas ou barulhos fora de hora. A impressão é que o comportamento dos outros não está de acordo com as regras de convivência que ele mesmo estabeleceu.

Se ele vier reclamar de você sobre outro vizinho, mas você não concorda com a acusação, apenas ignore. Caso uma das reclamações seja feita diretamente a você, pergunte a data e o horário do episódio relatado, questionando também como ele se sentiu afetado. Ouça as alegações desse vizinho e veja se elas são válidas. Pode ser que o ruído que incomoda o reclamão venha de outro imóvel, por exemplo. Se a queixa for mesmo sobre você e ela fizer sentido, peça desculpa e proponha uma solução.

6. Gente boa

Existem pessoas que sabem transformar a vizinhança em um local acolhedor, que conseguem respeitar os ambientes comuns e a lei do silêncio. São aqueles que informam com antecedência a realização de uma obra e até convidam você para a festa do fim de semana.

Sem dúvida, é um dos melhores perfis de vizinhos e ajuda a confirmar a sensação de que, de fato, você encontrou o imóvel ideal para você e sua família. Mesmo que não procure estreitar a convivência, você sabe que pode contar com ele sempre que precisar de ajuda para receber uma encomenda ou cuidar das suas plantas enquanto você viaja.

Se você ainda não convive com esses moradores, certamente pode cruzar com um desses tipos de vizinhos pelo menos uma vez. Antes de calcular os custos de uma mudança, busque sempre manter o diálogo cordial. Caso não seja possível, apresentar uma queixa ao síndico ou aos órgãos de fiscalização da cidade podem ser um último recurso necessário.

Se você não sabe o seu tipo de vizinho porque ainda está procurando pelo seu apartamento, aqui vai uma lista dos bairros mais seguros de BH.

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